CECAP E PARQUE DAS NAÇÕES: ‘Ocupação’ preocupa moradores no local

CECAP E PARQUE DAS NAÇÕES: ‘Ocupação’ preocupa moradores no local

Entres os bairros e margens do anel viário, reunião de dependentes químicos e andarilhos causa medo

Antonio Claudio Bontorim
LIMEIRA
claudio.bontorim@tribunadelimeira.com.br

Moradores dos bairros Cecap e Parque das Nações, além de usuários do anel viário naquela região estão preocupados com a ‘ocupação’, em área verde existente no local, por dependentes químicos e moradores em situação de rua. Ao longo das últimas semanas a Tribuna de Limeira e a equipe do Farol de Limeira vêm recebendo mensagens sobre o problema, no sentido de cobrar das autoridades uma ação naquela região. Tanto na questão de segurança quanto em ações sociais para atender aquela população.
A Tribuna procurou a Prefeitura de Limeira para saber se já tinha ciência da situação e a resposta foi afirmativa. De acordo com nota enviada pela Secretaria de Comunicação social, a prefeitura afirmou que “realiza toda a semana ações de abordagem social no local e a iniciativa conta com a participação das equipes do Ceprosom, GCM (Guarda Civil Municipal), Defesa Civil, secretarias de Saúde e de Obras e Serviços Públicos, com apoio da PM (Polícia Militar)”. Já os pedidos chegam através do telefone 156.
Segundo a nota, durante as ações, são oferecidos os serviços especializados, como o do Centro Pop (Centro de Atendimento à População de Rua), do Centro de Acolhida e da Casa de Convivência. “As equipes que atuam na limpeza pública também fazem a retirada de entulho e outros materiais inservíveis da área verde”, lembrou a prefeitura. Já as ações, de acordo com o Poder Público, são contínuas e os encaminhamentos são feitos de acordo com a adesão das pessoas. Outra providência será a intensificação das rondas da GCM na região, conforme informou a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Civil.

SERVIÇOS
A nota ressalta, ainda, que os moradores em situação de rua chegam aos serviços de acolhimento por meio da procura espontânea ou pelas abordagens sociais que podem ser acionadas pelos telefones 3446-8333, do Centro de Acolhida, 199, da Defesa Civil, ou 153, da GCM. O Centro de Acolhida, localizado à Rua Capitão Bernardes, é destinado para pernoite, higiene pessoal e alimentação. Já a Casa de Convivência, no Recanto Alvorada, é um espaço voltado às pessoas que aceitam sair das ruas e precisam de um local para morar. “E no Centro Pop, no Jardim Ibirapuera, que funciona durante o dia, o usuário pode lavar suas roupas, fazer a higiene pessoal, se alimentar e passar por atendimentos em diferentes áreas”, finalizou a nota.

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