Fora de Expediente

Fora de Expediente

Antonio Claudio Bontorim
Redação
LIMEIRA
redacao@tribunadelimeira.com.br

Muito importante
O PL (Projeto de Lei) do vereador Ju Negão (PV), instituindo o Dia do Atirador Desportivo. Limeira vai, com certeza, ganhar muito com isso. Como o município não tem problemas estruturais e sociais, nada melhor que enaltecer o atirador esportivo.

E mais triste na…
…história é os 12 vereadores aprovarem a proposta. Com certeza os CACs (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) de Limeira agradecem. Assim como os contribuintes que pagam seus impostos para possibilitar um vereador a fazer um projeto dessa natureza.

É bizarrice total
Pior, mesmo, foi a justificativa do vereador Ju Negão, enaltecendo a importância do projeto, como segurança jurídica aos CACs. Não é para rir, não. É para chorar, mesmo. Isabelly Carvalho (PT) e Tatiane Lopes (Podemos) votaram contra. E quem se absteve ou não estava em Plenário também “votou” favorável. É a insignificância da vida!

Arminha na mão
Já não bastam os aficionados em fazer a tradicional “arminha” com as mãos. Agora eles vão atirar mesmo.

O projeto da vez
Tempo sim, tempo não, algum vereador vem com uma pérola dessa natureza para alegrar o dia a dia de colunistas políticos. E depois criticam a imprensa, quando divulga.

Só para lembrar
Projetos pitorescos aprovados, também pelos vereadores. O Dia do Alpinista, do vereador Aluizio Andrade, então no PT e o Cachorródromo, do vereador Darci Reis (PSD). Esses os mais recentes.

E não aprovados
Mais dois. Pouco mais antigos, mas não menos curiosos. O projeto da buzina em cadeira de rodas, da então vereadora Nilce Segalla (PTB), falecida. E o de proibir o trem de apitar no perímetro urbano, de Otoniel de Lima, ligado à Igreja Universal.

Discursos e falas
Pérolas políticas são uma atração para qualquer jornalista. As produzidas pela Câmara de Vereadores dariam vários livros publicados. E nesses casos encontram-se, também, discursos. Como daquele candidato que queria “apedrejar São Benedito”, Era para apedregulhar o largo do santo. E, outro, que ao se dirigir aos moradores do Bairro Tatu, soltou: “povo de Tatu, tatuzada”…

Se junho chegou
Já que o assunto é política, é visível a diferença entre eleições gerais e eleições municipais. Enquanto estados e o país fervem com as pré-campanhas, por aqui tudo na mais santa paz. Nem parece ano eleitoral.

E nada definido
Um ou outro nome surgindo ou sendo ungido por padrinhos e os candidatos naturais já na ativa, mas ainda de forma tímida. Fala-se pouco, ouve-se pouco e pouco se sabe.

É só o Chapolin
Só uma coisa é certa. Com política ou sem política, a Covid-19 insiste em ficar no topo do ranking. E só aumenta. Quem poderá nos ajudar?

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