Fora de Expediente

Fora de Expediente

Antonio Claudio Bontorim
Redação
LIMEIRA
redacao@tribunadelimeira.com.br

Sem depoimentos
Os proprietários da JTP, empresa de ônibus que esteve no imbróglio do contrata não contrata e Viação Limeirense, estão dando suadouro nos membros da CPI requerida pelo vereador Marcelo Rossi (PSD).

Motivos pessoais…
… e não localizado para ser intimado. Paulo Henrique Wagner, da JTP, deveria depor na quinta-feira, 10. Alegou motivos pessoais para não comparecer. Já Gustavo Costa Pereira, da Limeirense, seria na sexta-feira, 11. Não foi localizado para ser intimado.

Ninguém conhece
É bom que se diga, também, que diretores da Limeirense, ou responsáveis para falar sobre a empresa, são como cabeças de bacalhau. Todo mundo conhece o peixe, sabe que a cabeça existe, mas nunca ninguém viu. Pelo menos por aqui!

Alergia à imprensa
Diretores da Limeirense tinham – e têm – alergia da imprensa. Quando procurados para algum esclarecimento, não davam entrevistas e procuravam os departamentos comerciais dos órgãos de imprensa, para tentar vetar as publicações, com a tradicional censura econômica. “Nós somos anunciantes…”, daí para cima.

Sempre escondida
Durante certo período, a empresa até tinha uma assessoria de imprensa. E quem quiser que acredite, a assessoria de imprensa também não falava com a imprensa. A Tribuna de Limeira tentou várias vezes. Nunca conseguiu.

Gestores públicos
Qual é a lógica da Prefeitura de Limeira, ao instalar uma lombada física (não é faixa elevada, não), bem no meio de uma quadra, onde o “Pare” está na rua transversal? Só confunde os motoristas que são obrigados a fazer a parada obrigatória.

A mais notória
A mais ilógica dessas lombadas é na descida da Rua Presidente Roosevelt, poucos metros antes da esquina com a Deputado Otávio Lopes, que tem parada obrigatória. Só causa confusão e riscos. Se é que alguém entende o que é isso?

Acertou na veia
O vereador Jorge Freitas (Patriota) tem projeto que obriga vistorias periódicas em viadutos, pontes, túneis, passarelas e imóveis públicos e a publicidade de informações sobre essas vistorias. O que deveria ser um dever da Administração Pública, pode se tornar lei.

Só para lembrar
Esta Tribuna já fez várias matérias sobre o tema em Limeira, principalmente após o desabamento da ponte Morandi, em Gênova, Itália, que deixou várias dezenas de mortes, no ano passado. Apesar dessas matérias e das explicações da prefeitura, nunca recebeu nenhum relatório sobre as ‘vistorias’ realizadas.

Por obrigação
Talvez agora mude de patamar essa prestação de contas. O que seria um dever natural, pode passar a ser obrigatório.

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