QUASE 30 MIL: Documentos do Centro de Memória são digitalizados

QUASE 30 MIL: Documentos do Centro de Memória são digitalizados

Antonio Claudio Bontorim
LIMEIRA
claudio.bontorim@tribunadelimeira.com.br

Um acervo de mais de 26 mil documentos, entre audiovisuais, iconográficos, sonoros e textuais está passando por reestruturação no Centro Municipal de Memória Histórica e, posteriormente, serão digitalizados, ficando à disposição de pesquisadores, que poderão ser consultados pela internet, em área específica para acesso. Na edição passada, a Tribuna de Limeira trouxe nota sobre a reestruturação e digitalização do acervo do Centro de Memória, que ficará fechado para pesquisas até 31 de agosto, sendo reaberto no dia 2 de setembro. De acordo com a diretora de Memória e Centro de Ciências, da Secretaria de Cultura, Adriana Pessatte Azzolino, o processo de digitalização teve início pelo acervo do museu e, na sequência os documentos do Centro de Memória.
Segundo a diretora de Memória, o processo está agora em fase de catalogação e a quantidade estimada de documentos é acima de 26 mil. “Para esse trabalho, a equipe do Museu Major José Levy Sobrinho está sendo capacitada com auxílio técnico do CMU [Centro de Memória da Unicamp]”, explicou Adriana. Ainda de acordo com ela, todas as informações poderão ser acessadas via internet em área específica. A partir do próximo dia 2 de setembro, um pesquisador que quiser consultar os documentos no próprio Centro de Memória, poderá fazê-lo também.
A diretora da Secretaria de Cultura afirmou que os pesquisadores poderão consultar presencialmente o acervo, mediante agendamento prévio através do e-mail, no endereço centrodememoria@limeira.sp.gov.br. “É importante ressaltar que, desde o último dia 1º até 31 de agosto deste ano, o atendimento está suspenso aos pesquisadores, em função da reestruturação que estamos fazendo em seu arquivo e acervo documental”, lembrou. Nesse acervo, de acordo com ela, há documentos provenientes do Fórum, como autos cíveis de tomadas de conta (testamentos), que datam de 1837; autos de justificação, de 1842 e 1851; autos civis de embargo, de 1860. “E, ainda, exemplares de jornais de 1901 para frente, como é o caso de O Limeirense, entre outros documentos de importância histórica ao município”, finalizou.

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