Fora de Expediente

Fora de Expediente

Antonio Claudio Bontorim
Redação
LIMEIRA
redacao@tribunadelimeira.com.br

E tudo se repete
Nos últimos 30, 40 anos, Limeira sempre registrou situações de desavenças políticas. Entre prefeitos e funcionários públicos; entre prefeitos e vereadores; entre prefeitos e seus vices e tantos outros, que acabaram se transformando em folclore.

Histórias políticas
Os ex-prefeitos Jurandyr Paixão e Paulo D’Andréa eram useiros e vezeiros em dar guarida às suas inimizades políticas. A cada novo mandato transferia servidores desafetos ou ligados a outros políticos (quando funcionários de carreira pública).

Outras situações
Com Sílvio Félix (PDT) e Paulo Hadich (PSB), esses eventos se repetiam. Ou com servidores ou com a própria imprensa. Faz parte do jogo político.

Contemporâneas
Chegando aos dias atuais, o prefeito Mario Botion (PSD), anuncia, através da Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura, que está pedindo apuração por falta de decoro dos vereadores Constância Félix (PDT), Carolina Pontes (PSDB) e Clayton Silva (PSC).

Guerra declarada
Mais do mesmo. Isso por que a função de um vereador é fiscalizar o Poder Executivo. Aliás essa é sua função precípua. Os exageros estão previstos no Regimento Interno e as faltas são passíveis de punição. Mas estamos falando de política, onde tudo é permitido, nada é devidamente debatido e, na maioria das vezes, ninguém é punido.

Vai dar conversas
Pelo sim é pelo não, vai entrar para o folclore político local. Que ninguém duvide disso. Quem viveu as décadas passadas (e jornalistas são a prova viva dessas décadas) sabe como é. Muito assunto para escrever. Bom para mesas de bar e aos cafés da vida.

Diferente de antes
Hoje, com relação aos 30 ou 40 anos atrás, tudo é bem diferente. Exageros, de todas as partes, devem ser contidos. Além do que o Judiciário é sempre requisitado para resolver pendengas políticas. Essa história atual vai longe. Vai ser tema de muito debate.

 


Dúvida que fica
Perito judicial não compareceu à oitiva da CPI da BRK, onde deveria falar na terça-feira, 11, às 13h30. Carlos Alberto Mantelatto, engenheiro mecânico, disse que não pode prestar depoimento em público por ser perito judicial.

Solução necessária
Resta saber como os integrantes da CPI, agora, vão ter um profissional qualificado e perito, para esclarecer algumas questões, que são importantes para a própria comissão de investigação. O presidente da comissão, vereador Zé da Mix (PSD) terá que achar uma solução.

Pássaro na mão
Já as duas CPIs do Transporte, na mesma Câmara de Vereadores e com os mesmos objetivos, têm tudo para dar em nada. Uma pode anular a outra, fugindo da velha história de que é melhor “um pássaro na mão do que dois voando” (hoje afirmação politicamente incorreta), mas que ilustra bem o resultado final de ambas. Parece que vai se repetir a CPI da Saúde. Pelo menos no resultado!

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