Semáforos! E daí?

Semáforos! E daí?

Quem passa diariamente pela Rotatória da Taba, na Avenida Costa e Silva, nos horários de pico pela manhã e tarde, enfrenta momentos de tensão pela dificuldade em acessar o outro lado da via. Principalmente para quem segue no sentido Anhanguera e também para quem vem no sentido Centro da cidade. Um aglomerado de veículos – automóveis, ônibus, caminhões – e cada um se vira como pode, por que não há respeito pelas preferenciais e nem de parte de quem vai acessá-las. A Tribuna de Limeira trouxe, recentemente, matéria sobre semáforos em rotatória e a da Taba é uma das contempladas com o projeto de sinalização luminosa. Mais uma rotatória (das muitas no município), que deve receber um sistema semafórico para regular o trânsito no local.
Num primeiro momento, vê-se a semaforização como única solução, por que o tráfego no local já está insustentável. Para não dizer impossível e confuso em todos os sentidos. Mas por quanto tempo essa situação pode ser controlada por semáforos? Até que ponto é uma solução viável, embora todas as rotatórias semaforizadas, hoje, funcionam a contento? A do Enxuto, por exemplo, é uma delas. Mas também, segundo os próprios especialistas, tem tempo de validade. E como Limeira está desenvolvendo um Plano de Mobilidade Urbana, com empresa contratada e tudo mais, espera-se que essas situações estejam nele previstas e suas soluções também. Por enquanto o que se sabe sobre ele são as pesquisas que estão sendo realizadas e as medições do fluxo de tráfego em vários corredores. Seria interessante que se começasse a divulgar o que esse plano tem a respeito dessas situações. Como elas serão conduzidas. E quais são as iniciativas e previsões para que daqui a alguns anos novas medidas não precisem ser tomadas novamente.

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