Fora de Expediente

Fora de Expediente

Antonio Claudio Bontorim
Redação
LIMEIRA
redacao@tribunadelimeira.com.br

Fonte contestada
O vereador Waguinho da Santa Luzia (PPS) contestou a informação de uma fonte, passada à coluna Fora de Expediente, sobre a eleição na Comissão Permanente de Obras. “O informante está meio que desorientado”, disse o vereador.

Interesse, sim!
Waguinho confirmou, entretanto, que tinha interesse em se candidatar ao cargo, mas firmou, de acordo com ele próprio, compromisso para votar em Jorge de Freitas (Patri).

Sem quórum
Waguinho explicou que de fato não houve quórum na primeira reunião, mas na segunda sim, quando Jorge atrasou, mas de acordo com o próprio vereador, em meia hora e não em cinco minutos. “Com a comissão reunida, Marco Xavier (PSB) se candidatou e eu também, e acabei sendo eleito”, explicou.

Tempo de espera
O vereador disse também, que até a eleição foi dado o prazo regimental de espera de 15 minutos, mas Jorge só chegou meia hora depois, e a eleição foi consumada. “Só para explicar à coluna e também ao informante”, finalizou.

Animação total
Vereadores que se dizem de oposição ficaram animados, de acordo com informações de quem frequentou a sessão na última segunda-feira, 25, com um discurso mais forte da vereadora Carolina Pontes (PSDB).

E frio feito gelo
Ao que tudo indica, porém, deram com os burros n’água, como se costuma dizer. Pois pelo andar da carruagem ela vai mesmo continuar numa linha mais independente. A linha do nem contra, nem a favor, muito pelo contrário.

Zero+Zero=Zero
O vereador Clayton Silva (PSC) precisa melhorar a comunicação dele com a imprensa. A Tribuna de Limeira o procurou para saber de sua estratégia para a defesa em relação à CP (Comissão Processante), ele disse apenas que estava discutindo com seu advogado.

Despreparado
Ele próprio deveria se atentar para isso, pois perdeu uma oportunidade de ter seu nome um pouco melhor citado.

Tem assessores?
Clayton, que ganhou uma liminar para continuar vereador (por enquanto), ele já é reincidente, esqueceu (???) de informar sobre o mandado de segurança à Tribuna, mesmo tendo sido procurado.

Vai, não vai e…
… não se sabe se foi. A Câmara de Limeira deve mesmo recorrer da decisão da Vara da Fazenda Pública, que parou, liminarmente, o andamento da CP contra o vereador Clayton Silva (PSC) e devolvendo-lhe o mandato, o que já aconteceu.

Como é que fica
A SNJ (Secretaria de Negócios Jurídicos), através do secretário Valmir Caetano, está estudando para definir o recurso mais adequado para o caso.

Obrigação legal
O Legislativo tem a obrigação de recorrer e dar continuidade à comissão, para que Clayton se explique e seja julgado por seus pares. É uma prerrogativa do próprio Legislativo e não do Judiciário.

E enquanto isso
Por sua conhecida militância religiosa, o vereador vai “agradecendo a Deus” e também à Justiça, o seu retorno. Vale lembrar que ele não é primário na questão do decoro parlamentar. Clayton já foi alvo de uma censura verbal por suas atitudes.

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