Fora de Expediente

Fora de Expediente

Antonio Claudio Bontorim
Redação
LIMEIRA
redacao@tribunadelimeira.com.br

Dinheiro e cartão
A tarifa do transporte público urbano, em Limeira, tem dois valores hoje. R$ 4,00 no dinheiro e R$ 3,50 no cartão. Discussão de requerimento, na Câmara, na sessão da última segunda-feira, 11, gerou desconforto para um vereador.

Sabe ou não sabe?
A certa altura da discussão, o vereador Nilton Santos (PRB) disse que o preço da passagem de ônibus em Limeira é muito caro. E ele exemplificou: “se você pega o ônibus no Ernesto Kuhl para ir ao centro, vai andar menos de oito minutos e vai pagar…”

Vem o desconforto
“Vai pagar…”. Deu uma engasgadinha e fechou com “é muito caro”.

E ninguém sabe
Não é incomum ver políticos discutindo preços públicos, sem saber o valor básico.

E… o pão francês.
Era comum em debates políticos pela TV, no final dos anos 1980 até os anos 2000, um candidato surpreender o outro com pergunta do tipo: “vossa excelência sabe quanto custa um pãozinho [pão francês], na padaria?”. Ainda no tempo em que o pãozinho era vendido por unidade de 50 gramas. Invariavelmente ninguém acertava ou sabia.

Retrocesso à vista?
Toda digitalização de documentos na Câmara de Vereadores, através do projeto Câmara Sem Papel, colocado em prática pelo então presidente da Casa, Zé da Mix (PSD) que completou seis meses agora em fevereiro, pode estar com os dias contados. Há, segundo a coluna Fora de Expediente apurou, vereadores pressionando o novo presidente, Lemão da Jeová Rafá (PSC), para voltar tudo como era antes: em papel.

Dificuldade digital
A coluna apurou que alguns vereadores têm dificuldades com a ferramenta digital, mesmo seus assessores tendo sido treinados para isso.

Nem pensar nisso
Vale lembrar que, além da economia com papel (folhas de sulfite e capas de processo) há ganhos ambientais e, também, mais facilidade para armazenamento das leis e de informações. Um retrocesso gigantesco e desnecessário.

Trabalho exemplar
Nesta edição a Tribuna de Limeira traz uma matéria sobre o tema e mostra como está a situação do sistema seis meses depois de sua implantação.

Em real time, ou…
É preciso lembrar a certos vereadores que são eles que devem se adaptar aos tempos. E não o espaço temporal se adaptar a eles. Ou seja, a Terra se move, o mundo digital já é realidade e, a cada dia, essa realidade tem novos nuances. Ninguém pode mais ficar parado.

O feitiço contra
Vereadores citados pelo colega de Câmara, Clayton Silva (PSC), em documento enviado ao Ministério Público, preparam uma contra carga. Estudam acioná-lo, na Casa, por quebra de decoro parlamentar.  Muita água por debaixo dessa ponta deve rolar.

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