Tudo novo, ou…

Tudo novo, ou…

A partir da próxima terça-feira, 1º, o Brasil terá uma nova composição política no governo federal e nos governos estaduais. Mudanças radicais e que podem levar o país ao sucesso ou a um retrocesso nunca antes visto em sua história. Ninguém torce contra ninguém, também não é o papel da mídia fazer parte dessa torcida ou até mesmo tomar a propaganda oficial como diretriz para o seu trabalho. A visão estabelecida pelo bom jornalismo é aquela em que se justifica a desconfiança, sim, porém não estratifica o nível dessa desconfiança, que pode ser pequeno e até mesmo caminhar para a confiança, mas sem os exageros que os eleitores do presidente eleito, Jair Bolsonaro, e presidente de fato, a partir do primeiro dia do ano, gostariam.
Afinal, cabe-nos (à mídia), o papel de guardião da liberdade de expressão e opinião, e o de eterno fiscal das ações dos homens públicos. Sejam eles da direita, da esquerda ou do centro e àqueles que caminham desse centro para um dos lados. Cumpre-nos o papel de apontar os erros e mostrar os acertos. Nunca, porém, adotar a subserviência ou o elogio pernicioso para ganhar pontos junto aos poderes constituídos.
Para Limeira, que reelegeu o deputado Miguel Lombardi (PR), à Câmara Federal, significa que alguém estará trabalhando pelos interesses do município junto ao poder central, como ele fez nos últimos quatro anos. Por não ter eleito deputado estadual, a ponte com o governo estadual deverá ser feita pelo próprio prefeito, Mario Botion (PSD), que apoiou o governador eleito João Dória (PSDB), que também começará a exercer o mandato a partir do dia primeiro. Como toda mudança política resulta no otimismo pelo novo, espera-se que esse novo realmente aconteça. Ou, então, teremos que mudar novamente. Um feliz ano novo a todos!

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