Fora de Expediente

Fora de Expediente

Antonio Claudio Bontorim
Redação
LIMEIRA
redacao@tribunadelimeira.com.br

Reserva técnica?
Se o incêndio no telhado de uma sala na Estação Ferroviária, em área onde está a reserva técnica do Museu Histórico e Pedagógico Major José Levy Sobrinho não trouxe maiores consequências, conforme divulgou a Secretaria de Comunicação Social, na segunda-feira, 26, o fato em si deve servir de alerta. Veja matéria nesta edição.

Exemplos atuais
Se foi de pequena monta, poderia ter comprometido todo o acervo, a exemplo do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Isso faz o alerta aumentar ainda mais.

Perigo iminente
Logo após o incêndio no Rio de Janeiro, em setembro, a Tribuna de Limeira fez matéria sobre o museu local, que estava sem AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros), mas a situação não preocupava, de acordo com os responsáveis, por que ações de manutenção eram constantes.

É preciso cuidar
Vale lembrar que o museu limeirense tem quase 6,4 mil peças catalogadas e boa parte delas está na reserva técnica. Olho vivo e atenção redobrada não fazem mal a ninguém.

Sem ruídos. Plim!
Donos de bares conseguiram abrandar os critérios da Lei de Posturas do Município, no que diz respeito à tolerância de emissão de barulhos nesses locais. O Projeto de Lei Nº 140/2018, do vereador Wagner Barbosa (PSB), aprovado, trata do tema.

A lei… Ora a lei
Proprietários de bares estiveram na Tribuna Livre para falar sobre o assunto. Só uma pergunta: adequar-se à lei, deixando o ambiente próprio para execução o som, sem incomodar vizinhos não é muito mais sensato do que querer fazer barulho para todos ouvirem, achando que ninguém se sente incomodado?

O descanso que…
…vá para o ralo. Nesse caso, se esse abrandamento acontecer, a população que reside nas imediações desses pontos ficará desprotegida, por que a alteração legal vai aumentar a potência dos ruídos. E deixará de ser ilegal. E, aos finais de semana, essa elevação será maior ainda.

É jargão do Jô
A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) está errada e o vereador e os donos de bares estão corretíssimos, enquanto a população terá que adequar os seus ouvidos ao barulho desejado. Para lembrar o humorista Jô Soares, “o macaco tá certo!”

Pode inverter???
Então que fique assim: enquanto o barulho rola nos bares, restaurantes e demais logradouros, estaciona-se um caminhão de som em frente a casa de cada um desses empresários, com som na mesma altura e mesma proporção de suas empresas.

Big Brother infantil
A CCJR (Comissão de Constituição, Justiça e Redação) deu aval a projeto do vereador Waguinho da Santa Luzia (PPS), para instalação de câmeras de vigilância em escolas e creches da rede municipal de ensino, que prevê, inclusive instalação do equipamento em salas de aula. Agora ele segue para outras comissões.

Sem noção total
Instala-las na entrada, no entorno, corredores e pátio, por questões de segurança é uma boa ideia. Em salas de aula é a intimidade das crianças e dos próprios professores, no sentido de ser um ponto de vigilância invasivo à privacidade.

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