O caminho certo

O caminho certo

Limeira terá, em dezembro, como adiantou o diretor da Vigilância em Saúde, Alexandre Ferrari, à Tribuna de Limeira, um dia de monitoramento para averiguação das cadernetas de vacinação e o grau de atualização de cada uma delas em relação ao calendário vacinal. Será, como disse, para todas as vacinas desse calendário, estipulado pelo Ministério da Saúde, para confrontar com a real situação da imunização no município. Mesmo por que, a campanha de imunização contra a poliomielite e o sarampo, apesar de rasparem a meta, também não atingiram o porcentual determinado.
A saúde pública é essencial para o bem estar da população e, a prevenção, ainda é o melhor caminho, para se evitar gastos futuros desnecessários, cujos valores poderiam estar sendo aplicados em outras áreas complementares da própria saúde. Quando se dá para evitar o problema, por que deixa-lo acontecer para depois correr atrás. Uma atitude inadmissível, que custa muito e atinge toda população. A explicação de Ferrari sobre a despreocupação de muitos pais nascidos nos anos 1980 e 1990, que não presenciaram a gravidade da poliomielite e do sarampo é interessante e bastante clara. Muitos não viram ou pouco sabem dos males dessas duas doenças e suas consequências, justamente por que estão – ou estavam – controladas, mas não podem ser descuidadas.
Outro fator, talvez relegado a segundo plano ou também desconhecido, é a imunização indireta, que se dá através dessas metas, quando os antivirais ficam mais tempo na atmosfera. Não dá para descuidar. Os números nacionais mostram isso. As doenças, a maioria delas, estão controladas. Mas não estão erradicadas. É esse o enigma da questão.

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