BANDA CIGANA: Grupo lança álbum com Maria Fumaça

BANDA CIGANA: Grupo lança álbum com Maria Fumaça

Redação
LIMEIRA
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A banda limeinrese Cigana está com seu álbum de estreia e com a música que o define, Maria Fumaça, disponível nas plataformas digitais (https://youtu.be/Z268PWRcoLg). De acordo com a assessoria da banda, Maria Fumaça é um lançamento do selo Sagitta Records. Formada em Limeira, em 2014, a banda tem em sua discografia os EPs (Extended Play), Sinestesia (2014) e A Torre (2015). E, recentemente lançou o single Natureza, pelo Laboratório Fantasma dentro do projeto Original’s Studio, da Levi’s. Ainda conforme a assessoria de imprensa, Maria Fumaça surgiu de um retiro que a banda fez em uma chácara em 2017 para compor, se conectar e trabalhar no novo disco.
Segundo a vocalista Victoria Groppo, pela primeira vez a banda fez uma música desde seu início juntos. “Esse single foi diferente de quando alguém começa uma música e traz para a banda finalizar”, contou.  De acordo com a banda, a faixa foi um desafio para a Cigana, “pois os integrantes saíram das suas zonas de conforto no momento da composição”, disseram. Victoria abandonou os vocais, criou e gravou a bateria. O baterista Felipe Santos gravou os sintetizadores e o baixista Caique Redondano tomou frente na voz principal. A banda ainda conta com Matheus Pinheiro e Pedro Baptistella nas guitarras. “A produção musical é de Cosmo Curiz, que trabalha na produção desse álbum com a banda desde 2016”, informou a assessoria.
Victoria diz, também que a banda gosta de fazer essa troca de posição de integrantes em relação aos instrumentos. “Assim conseguimos extrair sonoridades diferentes dos instrumentos e dos integrantes também”, contou. Com letra escrita por Redondano, a faixa remete à sonoridade que o disco trará e às características pessoais de cada integrante. A música trabalha também as distâncias entre as pessoas, porém com um olhar esperançoso. “Essa letra registra o momento em que esse sentimento se fez presente, e o quão legítimo e devastador é constatar que essa distância é real. Porém, conclui-se que esse essa sensação é uma força motriz, que empurra pra fora da zona de conforto em vários aspectos”, finalizou Caique.

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