O sim e o não!

O sim e o não!

Nada contra. Ou nada a favor. Tudo, sim, pelo respeito que vem faltando nesses últimos anos e que inundou as redes sociais por questões político-partidárias, que vem deixando um rastro de desavenças entre os menos providos de compreensão para entender que opinião é opinião e amizade é amizade, que irmão não deve brigar com irmão e nem primo com primo, resguardando-se aqui todos os gêneros. E uma, que seja qual for, pode muito bem conviver com a outra, desde que a palavra respeito seja bem definida e seu sinônimo entendido. Estamos no limiar das eleições – quase gerais – deste domingo, 7, e se vê um país dividido apenas e justamente por falta de maturidade entre muitos (não todos) que pensam de forma diferente.
Ouve-se, lê-se, diariamente nas redes sociais e assiste-se pelas mídias tradicionais, um embate que deixou de ser de ideias para se tornar bélico. Tudo por que um pensa e age de uma forma e outro pensa e age de outra. Como se todos fossem obrigados a um pensamento linear.
Não há nós contra eles e nem pessoas do bem ou pessoas do mal. Há, sim, seres humanos, que estão sendo tripudiados, em todos os lados, por que ousam discordar do establishment. E aqui é sobre o respeito ao ser humano que se está falando, não sobre adversários políticos (lembrando, inimigos só existem nas guerras), partidos, ideologias. Cada um tem a sua preferência e a sua cor, mas nem por isso devem ser diminuídos ou ofendidos por suas escolhas. Lembrando que o outro lado também tem os mesmos direitos. Pelo menos na democracia assim deve ser e deve continuar sendo.
O dia 7 de outubro de 2018, o domingo que se aproxima, deve ficar marcado na história do país e, espera-se, de forma positiva. Com o renascimento do diálogo e do entendimento que haverá um vencedor, mas não vencidos. Apenas contendores que terão outras oportunidades nos próximos quatro anos seguintes. Apesar de tudo, e de todos os embates, espera-se que o respeito – olha a palavrinha, aí – seja o ato final para todos os lados. Pois só o respeito é capaz de levar ao entendimento. E cada cidadão eleitor vote por sua própria consciência sem se deixar levar por pressões ou utilidades inúteis. Apesar de toda a descrença, o protagonista é e sempre será o eleitor. Somente assim é que a democracia funciona. Uma ótima eleição a todos!

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