Fora de Expediente

Fora de Expediente

Antonio Claudio Bontorim
Redação
LIMEIRA
redacao@tribunadelimeira.com.br

Não é só por aqui
Que a ignorância grassa entre os políticos. Os partidos são sempre os mesmos, mas o personagem, apesar de mudar, acaba tendo o mesmo perfil de seus pares. Agora um vereador de Palmas, no Tocantins, Felipe Martins (PSC), fez uma emenda para mudar o nome de uma creche recém-inaugurada, que se chamaria Arco-Íris.

Motivo religioso
O vereador social-cristão (será mesmo?), disse em seus argumentos, que o nome promove o homossexualismo. Além de tudo, nem a terminologia conhece o nobre edil do Tocantins. O termo correto é homossexualidade. Qualquer coincidência com outros vereadores é mera semelhança.

Por que o ranço?
Difícil entender essa postura homofóbica e preconceituosa de alguns políticos. Tem-se em Limeira também. O que pretendem com isso? Mera questão de crença ou preceitos religiosos? Na dúvida…

Se a moda pega…
Não vai tardar para que algum vereador, em algum lugar do país, queira mudar também o próprio nome do arco-íris.

E a transparência
O Projeto de Lei Nº 66/2018, do vereador Waguinho da Santa Luzia (PPS), “que dispõe sobre a obrigatoriedade de publicação no site oficial e portal da transparência da prefeitura, as informações sobre a aplicação de recursos derivados de multas de trânsito” foi prejudicado em votação na Câmara. É a segunda vez que isso acontece.

Vai ficando chato
A quem interessa que o projeto não seja aprovado? Por que não informar ao cidadão que paga suas multas, no que será utilizado o dinheiro arrecadado? Fica a pergunta a quem se dignar a responder.

Manias e… manias
O nova onda do limeirense, agora, é criticar o alarme anti-enchente, instalado na Ponte Preta pela prefeitura. Mesmo antes de funcionar, alguns “teóricos” questionam sua utilidade.

Hora que chover…
Para isso, entretanto, é necessário chuva forte, para que alague a região, como costuma acontecer. Pelo menos um acerto na obra: foi feita durante a estiagem. Como qualquer outra obra dessa natureza deveria ser feita.

Falta consciência
Virou mania criticar tanto o feito como o não feito. Se faz, deveria ter feito assim, assado e está errado. Se não faz, é omisso. O que não se pode é fazer pela metade, como a obra do novo Fórum Cível de Limeira. Foi inaugurado, mas não está inaugurado.

Catraca de canhão
Ou conhaque de alcatrão? Tudo isso revela o descontentamento da população e o descrédito nos políticos. Não se deve confundir o político com a política, enquanto prática científica. A política é nobre, o político, nem sempre.

Liberdade tutelada
Os candidatos que sonham com um território livre na internet, para suas propagandas políticas, terão que ficar atentos, conforme mostra matéria nesta edição, à página 3.

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