Fora de Expediente

Fora de Expediente

Antonio Claudio Bontorim
Redação
LIMEIRA
redacao@tribunadelimeira.com.br

Engraçado, mas…
Nada mais interessante que a espirituosidade do ser humano. E quando provoca risos com pitadas de humor, cumpriu seu papel. O vídeo e o áudio que viralizaram na internet há mais de duas semanas, apesar de engraçado, não deixa de trazer pontos para reflexão.

E não é que pegou
Trata-se de uma dupla sertaneja… (de vereadores) que fez uma paródia, durante um churrasco, cantando as agruras da oposição ao governo Mario Botion (PSD). Marco Xavier (PSB) e Clayton Silva (PSC) soltaram a voz, louvando a debandada do segundo para a oposição.

E ele saiu de casa
O próprio Clayton reconhece a fragilidade da oposição, mas engrossa o coro daqueles que estão cada vez mais descontentes com a atual situação. O trocadilho aqui é necessário. Apesar de não serem os “dois filhos de Francisco”, se saíram bem na rima e na composição.

Vem aí o sucesso
A sugestão que fica, é que eles estão perdendo tempo em continuar como vereadores. Já deveriam arranjar uma gravadora e começar a se preparar para uma maratona televisiva, assim que estrearem. No ar, a dupla Clayton & Xavier… Um nome pomposo, aliás, que remete ao ex-camisa 10 do Palmeiras, Clayton Xavier.

Domingão neles
O Fausto Silva com certeza seria o primeiro a chamá-los aos palcos.

Precaução é bom
Gracinhas à parte, e apesar de não terem cometido nenhum ato de improbidade ou coisa que o valha, fica uma lição para os dois: o inimigo a gente conhece. O fogo amigo nunca se sabe quando vai queimar e de onde parte a fagulha. Supervalorizar esse fato, com análises escatológicas e extrapolar no puxão de orelhas, é um exemplo do chato politicamente correto.

E pode virar CP…
·… ou seja, uma Comissão Processante, os dotes artísticos dos dois vereadores. Um cidadão limeirense protocolou um pedido de instalação de Comissão Processante contra Marco Xavier e Clayton Silva, para apurar falta de decoro parlamentar.

E vai esquentar
Segundo o regimento da Câmara, o pedido tem que ser lido na sessão ordinária seguinte à data do protocolo, o que vai acontecer, então, nesta segunda-feira, 21. Após lida, será votada e precisa de 11 votos para ser aprovada. O presidente e nem os dois vereadores, nesse caso, votam o pedido, após ser lido. Não é para tanto, mas já que armaram o circo, que enfrentem a agora a plateia.

Pode estar na mira
A apertada votação na manutenção do veto à lei da vereadora Lu Bogo (PR), que extinguia a cobrança para religação de água, é um sinal claro ao prefeito, que ele pode ter mais dissenções na sua base. Pelo menos em projetos mais polêmicos.

Por conveniência
Vale lembrar que a bancada da situação está agregada por conveniências, mas se elas deixarem de existir ou exigirem mais do que os vereadores podem oferecer, há um grande risco de rachar. E quando racha, não há cola que dê jeito.

Sem veto, aumento
O ofício enviado pela concessionária ao prefeito Mario Botion (PSD) foi pura pressão.

Consumidor? Óh!
E quem sempre acaba pagando o pato todos sabem quem é: o próprio usuário.

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