NO MUSEU: depois de quase dois anos, o elevador

NO MUSEU: depois de quase dois anos, o elevador

Antonio Claudio Bontorim
LIMEIRA
claudio.bontorim@tribunadelimeira.com.br

Depois de quase dois anos (foi reinaugurado em junho de 2016), e duas matérias publicadas pela Tribuna de Limeira, a primeira no ano de sua reinauguração e, a segunda, no ano passado, a Secretaria da Cultura afirmou que o processo está chegando ao fim e, no máximo em um mês, o processo licitatório para manutenção e reativação do elevador no Museu Histórico e Pedagógico Major José Levy Sobrinho, deve ser iniciado. Através de nota da Secretaria de Comunicação Social, a Cultura informou à Tribuna, que ao longo de 2017 a pasta fez contato com diferentes empresas solicitando orçamentos de manutenção do elevador. “Houve, contudo, grande divergência entre os orçamentos levantados, o que inviabilizou a contratação do serviço”, explicou.
Segundo a nota, a Cultura contratou empresa especializada no assunto, a Elevadores Oliveira Ltda., para elaborar laudo técnico e termo de referência. Ainda de acordo com a pasta, responsável pelo museu, o pedido de laudo técnico e do termo de referência foi enviado à empresa, que já o encaminhou à Secretaria de Cultura. “Assim, e de posse dos documentos, o processo licitatório deve ser iniciado em, no máximo, um mês”, confirmou. O elevador é ferramenta importante na acessibilidade do local, para garantir às pessoas com dificuldade de locomoção e cadeirantes, acesso à exposição permanente do museu. A primeira matéria feita pela Tribuna, em agosto de 2016, dois meses após a inauguração às pressas, ainda no governo de Paulo Hadich (PSB), mostrava a falta de acessibilidade ao andar superior do museu, onde se encontram as peças históricas, que fazem parte do acervo fixo. À época, a Secretaria da Cultura não deu prazo para a volta do elevador.
A segunda matéria, publicada em setembro de 2017, “um ano e quatro meses após sua reinauguração” mostrava o mesmo quadro da falta de acessibilidade, mas desta vez a informação da Cultura, também através da Secretaria de Comunicação Social, era de que a crise financeira na prefeitura limitava os procedimentos para a contratação de uma empresa de manutenção preventiva e corretiva, daí a necessidade de contratar outra especializada para a elaboração de um memorial descritivo e laudo sobre as necessidades do elevador, também sem citar prazos, a exemplo das outras vezes, o que agora, conforme a nova nota, foi feito e estipulando, desta vez, esses prazos. O Museu Histórico e Pedagógico Major José Levy Sobrinho, conforme já mostrou a Tribuna, possui um acervo de 6,8 mil peças, mas a maior parte delas não está exposta e fica armazenada em um galpão na antiga Estação Ferroviária.

No Prada, obra depende de dinheiro para andar

Outra questão de acessibilidade aos serviços públicos, também já tratada pela Tribuna, é sobre o elevador no Edifício Prada, sede da prefeitura. Anunciado já no governo Mario Botion (PSD), a Secretaria de Urbanismo informou, através de nota enviada pela Secretaria de Comunicação Social, que os projetos estão concluídos e agora dependem do fluxo financeiro e do orçamento do município, assim como a licitação e os prazos. O valor estimado para a obra é, segundo a pasta, de R$ 700 mil. (Antonio Claudio Bontorim)

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