Semáforos: município projeta investir R$ 1,1 mi

Semáforos: município projeta investir R$ 1,1 mi

Antonio Claudio Bontorim
LIMEIRA
claudio.bontorim@tribunadelimeira.com.br

Limeira deve ganhar, ao longo do ano, três novos semáforos já confirmados, em projetos contemplados pelo Programa Movimento Paulista de Segurança no Trânsito do Detran-SP (Departamento Estadual de Trânsito) de São Paulo. O projeto, que está em fase de elaboração de edital para licitação, prevê investimentos da ordem de R$ 1.111.405,92, em três pontos do município. De acordo com a Secretaria de Mobilidade Urbana, um será no Centro Acima, no cruzamento das ruas Santa Terezinha e Tenente Belizário, que custará R$ 142.886,55; outro na Rotatória Cecap, na Praça Manoel Daves de Lima (liga Cecap, Parque das Nações, dá acesso à Avenida Antonio Ometto),  R$ 471.073,66 e, um terceiro, na Rotatória Theodoro Kühl, conhecida como Rotatória Aeroporto, cujo valor é de R$ 497.445,71. Isso, sem contar com o da Rotatória do Enxuto, que será anunciado em breve, conforme mostrou a Tribuna de Limeira, mas esse sob a responsabilidade da Concessionária Intervias-Arteris, mas com operação e manutenção a cargo do município.
O funcionamento dos semáforos na região central é, há anos, um dos serviços com maior número de queixas, principalmente às redações dos meios de comunicação. Em especial aos sábados enquanto o comércio está aberto, quando o tráfego costuma travar no quadrilátero da Praça Toledo Barros. Esse problema é, entretanto, segundo disse à Tribuna de Limeira o chefe de Divisão de Operações, da Secretaria de Mobilidade Urbana, Felipe Antônio Dollevedo, recorrente, principalmente pelo aumento do volume de veículos no período e por que algumas ruas como a Carlos Gomes, Senador Vergueiro, Santa Cruz, não têm sincronismo, justamente devido às artérias principais de fluxo de tráfego, que são a 13 de Maio, Dr. Trajano, Barão de Campinas e Boa Morte. “Além dos problemas inerentes ao grande fluxo de veículos, ruas com estacionamento nos dois lados, paradas para estacionar nas vagas de área azul e a existência de um semáforo em cada esquina, são alguns dos complicadores”, disse Felipe.

DUAS REDES
A reportagem da Tribuna aceitou o convite da Secretaria de Mobilidade Urbana e, na companhia de Felipe fez um rápido reconhecimento, de carro, dos principais corredores da área central, com 38 cruzamentos semaforizados, divididos em duas redes, ligadas via cabos de comunicação: a primeira, e que detém o controlador de todo o sistema, a Rua 13 de Maio e, a segunda, a Dr. Trajano. “Todo o sistema começa no cruzamento das ruas 13 de Maio e Tiradentes, que é responsável por todo o sistema e controla os relógios de todos os outros equipamentos, quando saem de sincronismo. E se não conseguir, temos a central de monitoramento, que avisa a necessidade de ação manual”, explicou Felipe.
Hoje, de acordo com ele, as vias de maior fluxo de veículos são as ruas 13 de Maio, Boa Morte, Dr. Trajano, Barão de Campinas, Tiradentes, Sete de Setembro, 25 de Março e Tiradentes e Avenida Santa Bárbara. “Para uma onda verde, é programada uma defasagem entre a abertura, ou entre o fechamento dos verdes nos dois semáforos e que otimize a passagem de fluxo de veículos por ambos”, explicou, para em seguida completar: “para isso os controladores devem estar vinculados, o tempo de ciclo precisa ser o mesmo nos dois cruzamentos e a via não pode operar congestionada”. Atualmente estão sincronizados os das ruas 13 de maio, Dr. Trajano e Barão de Campinas.

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