Febre Amarela: vacinados 7 mil entre janeiro e fevereiro

Febre Amarela: vacinados 7 mil entre janeiro e fevereiro

Antonio Claudio Bontorim
LIMEIRA
claudio.bontorim@tribunadelimeira.com.br

Sem em todo o ano de 2017 cerca de 10 mil pessoas haviam sido vacinadas contra a febre amarela, somente nos dois primeiros meses deste ano o número de imunizações corresponde a 70% de todo o ano passado, ou seja, entre janeiro e fevereiro de 2018, cerca de 7 mil pessoas receberam a dose integral da vacina. O balanço é do diretor da Vigilância em Saúde, Alexandre Ferrari, ao afirmar à Tribuna de Limeira que a situação no município está tranquila e sem nenhuma nova recomendação. “A vacinação está sendo feita normalmente para quem for viajar para áreas consideradas de risco, conforme determinação do MS (Ministério da Saúde) ou para outros países, desde que estes exijam o certificado de vacinação”, explicou Ferrari.
Segundo ele, a Vigilância tem feito entre 200 e 300 aplicações nos dias de vacinação, às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre das 7h30 ás 11h. “São aplicadas doses integrais da vacina, por que o município não está na área de risco determinada pelo MS”, disse. Ainda de acordo com Ferrari, mesmo o caso confirmado de Piracicaba, Limeira ainda não recebeu nenhuma nova recomendação, por que ainda está sendo investigada a forma como o homem contraiu a doença. “A investigação sobre o morador, que morreu em decorrência da febre amarela, continua e deve determinar, assim que concluída, se o caso é autóctone (contraído dentro do próprio município), ou se ele esteve em áreas de mata e até mesmo tenha viajado para locais em área de risco”, afirmou.
Para o diretor da Vigilância em Saúde de Limeira, ainda não dá para fazer alguma previsão, se haverá campanha de vacinação em massa em Piracicaba ou se será expandida também para cidades da região mais próximas, Limeira entre elas. “Assim que as investigações forem concluídas e mostrarem a situação real, aí com certeza teremos alguma nova recomendação”, disse.

SEM CASOS
Sobre a zona rural de Limeira, Ferrari disse que ainda não houve nenhuma notificação de macacos infectados ou mortes suspeitas do animal. “A recomendação é que os moradores de toda aquela região continuem atentos e em constante observação a qualquer situação envolvendo macacos, que são o principal indicativo da doença hoje”, lembrou.
Ferrari lembrou, também, que para quem for fazer viagem internacional, é preciso entrar no site da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), procurar por Saúde do Viajante, fazer o cadastro munido da documentação pedida e, de posse desse cadastro, ir até o posto de vacinação para receber a dose. “E para quem for viajar pelo Brasil, entrar no site do Ministério da Saúde e ver se a área de destinação da viagem está inserida como “risco” e aí sim viajar”, finalizou.

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