Editorial

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Parcerias práticas

A busca por parcerias no combate ao criadouro do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya – podendo inclusive ser um vetor da febre amarela urbana – por parte da Prefeitura de Limeira junto à sociedade civil, como fez com as igrejas católica e evangélica e com associações e sindicatos patronais e de trabalhadores é louvável. Despertar o interesse nessas importantes organizações, como ferramenta de transmissão da informação correta e segura, mais que uma ação de interesse da sociedade, dá um exemplo do verdadeiro papel do Poder Público. Mostra que quando tem boas intenções e busca o bem comum, o trabalho é bem feito e, mais que isso, transcende toda a questão política, à qual muitas vezes é relegado.
A iniciativa, que merece todo o apoio da comunidade e deve ser adotada por todos como uma ação efetiva de saúde pública, precisa acima de tudo ter eco na população. Ou seja, contar com sua participação nesse combate, que deve ser permanente o ano todo, entendendo que também precisa colaborar com suas próprias ações. E essa colaboração vem no sentido de atender as demandas apresentadas nas cartilhas, dentro de seus próprios lares. Entender o que significa a prevenção e, principalmente, atentar que o controle desse vetor começa em casa. Uma a uma, para que o mosquito não procrie e não encontre ambiente apropriado para sua locomoção.
A prevenção é e sempre será a maneira mais fácil e menos custosa (financeiramente) de se evitar muitos males. Principalmente quando envolve a saúde pública. Se o Poder Público está fazendo sua parte é fundamental que o cidadão faça a sua também.

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