Fora de Expediente

Antonio Claudio Bontorim
LIMEIRA
redacao@tribunadelimeira.com.br

Ainda sem nome
A Secretaria da Saúde continua sem titular. Após o pedido de demissão do médico Gerson Hansen Martins – o secretário que entrou no lugar de outro demissionário, ainda no início da administração Mario Botion (PSD), o pneumologista Luiz Ricardo Menezes Bastos – ainda não há nenhum anúncio oficial sobre o tema.

Médico ou não
No final do ano passado, em entrevista à Tribuna, o prefeito disse que estudaria com calma a situação e, no início do ano, apresentaria o novo secretário da Saúde. Médico ou um administrador. Um gestor público.

Dificuldade real
A verdade é que essa demora não ajuda em nada. Muito pelo contrário. Expõe a dificuldade que a administração tem em recompor suas peças de primeiro escalão. Foi assim na apresentação do secretariado, quando Botion anunciou a equipe a conta-gotas.

Não é prioridade
Pelo sim e pelo não e pelas questões políticas que o país enfrenta – e a desilusão da população com a própria política e com os agentes públicos – o serviço público deixou de ser um atrativo. Mesmo com salários acima da média, a verdade é que esses convites não atraem mais profissionais que já estão no mercado.

Compasso de folia
O ano está só começando e mais alguns dias teremos o carnaval. A política local ainda está sonolenta, os vereadores em recesso e a maioria esperando pelos quatro dias de reverência a Momo. Espera-se, que daí para frente, o ano de fato tenha início.

Enquanto isso
O jeito é resgatar algumas histórias políticas e de políticos, de um passado não tão recente assim, mas que não inspiram mais os atuais.

Quem é quem
Todo político gosta de ser paparicado pela imprensa. Isso é uma certeza. Muitos dos que são criticados fazem cara feia e não entendem que ela é técnica e construtiva. E costumam fazer suas caretas e beiços de choro. Esses dificilmente continuam na vida pública.

São os tapinhas…
… nas costas que caracterizam esses políticos. Pela frente dão tapinha nas costas e, por trás chutam o traseiro dos críticos. Esses são, com certeza, os mais perigosos.

Tempos bons
Limeira já teve esses dois tipos de políticos. Hoje tem apenas os chorões, que dificilmente diferenciam a crítica da perseguição política. Vão sempre culpar os adversários ou os jornalistas pelas suas falhas.

Duro na queda
Limeira teve um político de natureza política. Durão, esbravejava e perseguia seus adversários, porém demonstrava essa característica. Batia de frente e não chutava pelas costas. Seu nome, Jurandyr Paixão.

Perguntinha legal
Tiveram outros, também, e um que resiste às críticas e não faz cara feia ou beicinho choroso. Alguém sabe quem é? Se alguém souber, que responda.

Histórias reais
A entressafra do discurso político em início de ano é terrível. Por isso, às vezes, é interessante recorrer à história para tirar o marasmo e mostrar aos mais jovens como era a política. Mesmo estando em ano eleitoral, como é este de 2018.

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