Bola na Área

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O futebol, sabemos, é de alto custo, e nos dias atuais, com os preços nas alturas, ele também não foge à regra. Dessa forma, a Internacional divulgou os preços que serão praticados na Série A2 do Campeonato Paulista, com uma majoração que, a princípio, assustou o torcedor.

A partir do jogo da estreia, dia 17 contra o Audax, uma arquibancada custará R$ 30 (inteira), com valor de R$ 15 para meia entrada. Na cadeira cativa, o preço será de R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).

Como a diretoria deve lançar (relançar), em breve, o plano de sócio-torcedor, o aficionado leonino deve optar por essa modalidade, pois terá maiores descontos nos jogos do Campeonato Paulista, Copa do Brasil e Copa Paulista.  É uma forma de economizar um pouco mais.

Além da majoração nos preços dos ingressos, acredito que a diretoria leonina poderia também pensar em alguns atrativos para o chamamento do torcedor ao Limeirão. Durante a Série A3 e Copa Paulista, houve oscilação no número de pagantes, para mais ou menos, dependendo do adversário. Fica a dica.

Possivelmente, na data do seu aniversário, dia 19 próximo, o Independente deve anunciar o planejamento para o seu futebol profissional, que disputará a Série B do Campeonato Paulista.

Como a Tribuna divulgou, a empresa N/A será a responsável por gerenciar todo o futebol galista, desde as categorias de base até o profissional. Ainda há a varredura do mercado para encontrar um treinador.

Sem dinheiro suficiente, a pasta dos esportes em Limeira vai continuar da mesma maneira que terminou o ano de 2017, sem grandes novidades e com os centros comunitários caindo aos pedaços.

Não é novidade a quantia ínfima que destinam aos esportes nos orçamentos de todas as cidades brasileiras. E, além disso, no decorrer da temporada, quando existe a necessidade de remanejamento de verbas, os cortes recaem sempre nas modalidades esportivas.

Claro que não existe nenhum milagre e ainda mais sem dinheiro, mas nenhuma ideia foi pensada para que possamos tirar os jovens das ruas e encaminhá-los para as atividades esportivas. As projeções para esse, e os demais anos, são sombrias e a cada dia, a esperança vai se tornando um grande martírio para aqueles que lidam com as modalidades.

Por tudo aquilo que a gente lê, ouve e vê, há uma diferença quilométrica entre o futebol paulista e o carioca. Em nosso Estado, os clubes são verdadeiramente profissionais (apesar de alguns tropeços em várias questões), enquanto que no Rio, os dirigentes parecem trabalhar mais com a emoção do que com planejamento sério.

Os últimos três títulos brasileiros ficaram com paulistas, e pelo andar da carruagem, essa predominância vai continuar por muito tempo.

No país há exceções, como Minas Gerais e Rio Grande do Sul, com dirigentes sérios e que sabem que tudo começa por uma estrutura de ponta para a formação de atletas.

Uma pena que ainda não tenhamos condições de competir com os mercados estrangeiros, especialmente o europeu e o asiático, que têm um dinheiro forte e não medem esforços para levarem nossas revelações.

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