Bola na Área

Bola na Área

Chega a época em que as pessoas estão mais apressadas, por vezes mais sorridentes por conta das festividades de fim de ano. Natal e ano novo aí estão para amenizar um pouco as agruras que passamos, já há 2 anos.

Povo brasileiro é otimista, mesmo sendo enganado há tantos anos por homens-políticos, que antes de se elegerem prometem o paraíso, mas depois pensam apenas em si mesmos. E nos seus.

E isso não se resume apenas na redoma chamada Brasília. Em todos os municípios, os homens e mulheres escalados para dar o melhor de si para a população, nem sempre procuram o correto caminho, preferindo fazer sofrer aqueles que os elegeram.

Não entendo porque alguns bem situados na vida profissional deixam seus afazeres e se intrometem a querer consertar o país e as cidades.

E, para não nos aprofundarmos no assunto, Limeira é um dos exemplos. Desmandos a todo momento, absurdos projetos que em nada colaboram para o bem-estar de nossas famílias. Mexem na educação, na saúde e na segurança, deixando a cidade a Deus dará. Eles, os “professores pardais”, pouco se importam com as dores dos doentes, dos desempregados e das famílias que não conseguem colocar seus filhos em creches para poder ajudar no sustento do lar.

Por que? O que pretendem? Apenas holofotes?

Eles passam, a cidade fica. Outros virão, talvez com vontade de acertar, mas precisarão pensar no outrem do que em si. Há exemplos e exemplos.

Somente a força do povo é que pode mudar tudo isso que viraram as cidades e o país. Conseguiremos um dia?

Não é possível conviver mais com vândalos de toda a espécie que pululam em Limeira. Agora, arrebentaram as redes das metas do campo do Funcionários. Outro dia invadiram centros comunitários, depredam alambrados, aros de basquete, traves das metas, picham e bordam.

E, o pior, é que providência alguma é tomada. Cargos esportivos são apenas enfeites, trabalhar de verdade é para poucos e esses já não existem mais. Passou o tempo do verdadeiro voluntário e que agia por amor à Limeira e aos esportes.

Hoje, dependemos dos clubes sociais para conseguirmos ganhar alguma coisa e projetar o nome da cidade. Até mesmo os Jogos Escolares deixaram de ser atraentes. Vide os inúmeros WOs (não comparecimento) de tantas escolas desinteressadas nas disputas.

Chegando neste ponto, temos que admitir que alguma coisa está errada, bem além do tal Marco Regulatório que o secretário de Esporte e Lazer insiste em citar a todo o momento. Para a falta de dinheiro existe alguma coisa de mais importantes: a boa vontade de trabalhar sério e esquecer o contracheque no final do mês.

Precisamos que haja respeito para com os humildes e atenção com os que clamam por justiça.

Apesar de tudo, abraço a cada um dos limeirenses, desejando-lhes um Feliz Natal e que a festa se resuma a nos penitenciar por aquele que morreu de braços cruzados. Por todos nós!

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