ÁREA DA ANTIGA UNIÃO: Investimentos em empreendimento podem chegar a R$ 1 bilhão

ÁREA DA ANTIGA UNIÃO: Investimentos em empreendimento podem chegar a R$ 1 bilhão

Antonio Claudio Bontorim
Danilo Janine
LIMEIRA
redacao@tribunadelimeira.com.br

Conforme a Tribuna de Limeira adiantou em sua última edição, a HBS Participações (empresa que adquiriu em leilão a área da antiga Cia União) e Prefeitura de Limeira entraram em acordo para o reaproveitamento do terreno de 132 mil m² (metros quadrados) da antiga refinadora, que entre outros, contará com uma nova rodoviária. O investimento no empreendimento imobiliário deve chegar a R$ 1 bilhão. As informações foram confirmadas na tarde desta terça-feira, 5, durante coletiva à imprensa na sala de reuniões do Gabinete do prefeito, que contou com representantes da HBS. Denominado Cidadela União, numa analogia com a antiga refinadora, o novo empreendimento envolverá parcerias entre os vários segmentos da sociedade civil, o Poder Público e a inciativa privada.
O arquiteto e professor universitário, André Blanco, que representou a HBS, disse que os estudos já estão em andamento e prevê uma área residencial e outra comercial, aproveitando os conceitos de cidades sustentáveis e inteligentes. De acordo com ele, o empreendimento da HBS deverá contar com vários parceiros, os projetos já estão em andamento e agora dependem das autorizações legais, que estão em estudo nas secretarias municipais de Urbanismo e de Turismo e Desenvolvimento. A área mais ao alto deverá compor o investimento residencial, já a que margeia a Marginal Tatu, o industrial, de serviços e é onde deve ser construída a nova rodoviária, que será um terminal intermodal, que deverá agregar também espaços ao futuro trem intercidades, que Limeira pleiteia, conforme também tem mostrado a Tribuna. Há, ainda, as áreas históricas e preserváveis, às quais devem ser utilizadas para o segmento cultural, gastronômico e de entretenimento.
Segundo o prefeito Mario Botion (PSD), a Unicamp, que tem duas unidades em Limeira (FT e FCA), também deve participar do projeto. O objetivo é que seja uma PPP (parceria público-privada), definida por ambas as partes como PPPSC, que seria uma “parceria público-privada e sociedade civil”. Blanco explicou ainda que na área de habitação, que deverá contar com 1,7 mil apartamentos, deverá ter um aporte de investimentos da ordem de R$ 600 milhões e na de serviços, com centros de distribuição, escritórios e a própria estação rodoviária, em torno de R$ 400 milhões. “Tudo isso, pensando na dinâmica do bairro e nas possibilidades que o local, considerado uma zona de intervenção estratégica, tenha para receber os empreendimentos”, disse o arquiteto.

ESTUDOS E PROJETOS
Em todas as intervenções, tanto o prefeito como os representantes da HBS, lembraram que os estudos estão em andamento há algum tempo e devem ser iniciados, também conforme divulgou a Tribuna, no primeiro trimestre de 2018. Tudo, de acordo com eles, tramitando dentro dos parâmetros legais, que dependem de legislação própria que já é preparada para que a Câmara de Vereadores possa votá-las.
Questionado pela Tribuna, o prefeito Mário Botion disse que pretende inaugurar a nova rodoviária ainda no seu mandato e que a atual poderia ser utilizada para outra atividade e até mesmo locada.
Estiveram presentes também à coletiva, o presidente da Câmara, Zé da Mix (PSD), vereadores, secretários municipais e dirigentes de entidades da sociedade civil, como Acil, Sicomércio, Fiesp-Ciesp, entre outras.

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