Vontade política

Vontade política

Rever posturas ou decisões não é sinal de fraqueza ou erro. É, e sempre será, sinal de compreensão do contexto de momento e que se faz necessário quando não há mais nada a fazer. A Prefeitura de Limeira, através da Secretaria da Saúde, chegou a essa encruzilhada com a questão da vacinação contra a gripe. Com pouco mais de 6 mil doses entre a sede da Vigilância Epidemiológica e os 15 CSFs (Centros de Saúde da Família), que dispõem de salas de imunização, é preciso que o município dê à população de uma maneira geral o direito de tomar a vacina sem ter que se dirigir a clínicas particulares, que cobram por isso.
Ao fim da campanha oficial da vacinação contra o vírus Influenza A, o Ministério da Saúde liberou aos estados a decisão de abrir a campanha a toda população. A maioria das unidades da federação o fez, mas São Paulo não aderiu e alguns municípios seguiram essas diretrizes, entre eles Limeira. Na região, parte dos municípios já liberou o restante das doses àqueles que assim o desejassem. Portanto, não justifica mais a alegação da prefeitura que pode faltar vacinas aos grupos prioritários, como mostrou a Tribuna em sua edição passada, pois esses já não mais estão indo aos postos. Ou, se forem, será em pequeno número. Mesmo a despeito da grande campanha publicitária feita na mídia, a resposta desses grupos neste ano foi de média para baixa. Então não há mais por que segurar.
É uma oportunidade de trabalhar pela saúde pública e evitar filas nos postos de saúde, uma vez que é cientificamente comprovado que, quanto mais imunizações vacinais forem feitas, mas se amplia o leque de prevenção à doença, no caso a gripe. A população agradece.

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