TORRES DE ENERGIA DESATIVADAS: Sem prazo, prefeitura promete retirada

TORRES DE ENERGIA DESATIVADAS: Sem prazo, prefeitura promete retirada

Danilo Janine
Limeira
danilo.janine@tribunadelimeira.com.br

Sem citar prazos, a Secretaria de Obras e Serviços Públicos prometeu uma solução para as torres de transmissão de energia elétrica desativadas em Limeira. Segundo o secretário Dagoberto Guidi, desde que o governo Mario Botion (PSD) assumiu a prefeitura, eles já teriam entrado em contato com a concessionária como a ALL (América Latina Logística) e com o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), entre outros, que podem ser responsáveis pelas torres. “Se tiramos sem autorização, depois acontece alguma coisa e a prefeitura é acionada judicialmente”, explica.
Ainda segundo Guidi, até a faixa de terra ocupada pelas torres pertence à União. “Inclusive, na última viagem que o Mario (Botion) fez a Brasília, também foi tratado do interesse da Federação em transferir essas áreas para o município”, comenta. A reportagem tentou contato com o secretário de Urbanismo, Matias Razzo, para falar sobre estás áreas, mas ele preferiu não de pronunciar.
No governo Silvio Félix (PDT), para a realização de obras de construção do AME (Ambulatório Médico de Especialidades), na Vila Cláudia, alguma torres foram retiradas. “No governo Félix houve autorização (para a retirada)”, lembra o secretário.
Há casos de torres de transmissão de energia que não são mais usadas na cidade, em bairros como Jardim São Manoel, Cecap, Parque Hipólito, entre outros.
Morador da Cecap, um aposentado, 78, que não quis ter o nome revelado, é um dos que pede a retirada das torres. “Se não usa mais, não tem mais sentido continuar aí”, fala. “Isso sem contar o perigo de alguém subir ou de um carro bater”, completa.
Outro aposentado, Benedito Rosa, 86, morador na região do Jardim São Manoel, também defende a retirada das torres não usadas. “É feio. Tem que tirar se não está mais usando”, fala, explicando que não saberia dizer desde quando estas torres estão no bairro.
A mesma opinião tem o operador de empilhadeira, Rogério Conceição, 27, e a ourives, Janete de Oliveira, 29, também da região do Jardim São Manoel. “Ela pega um pedaço da rua. É bem estranho”, cita.

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