AUMENTO DE COMBUSTÍVEIS: Limeira tem maior preço na região

AUMENTO DE COMBUSTÍVEIS: Limeira tem maior preço na região

Danilo Janine
Limeira
danilo.janine@tribunadelimeira.com.br

Horas após o presidente Michel Temer (PMDB) anunciar o reajuste nas alíquotas do PIS/Cofins (Programa de Integração Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) sobre a gasolina, o diesel e o etanol, postos de combustíveis de Limeira já tinham repassado o aumento nas bombas. Levantamento feito pela Tribuna no site da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) mostra que Limeira segue com um dos combustíveis mais caros da região.
Frentistas ouvidos pela reportagem citam que o aumento nas bombas variava de R$ 0,30 a R$ 0,40 para a gasolina, e de R$ 0,15 a R$ 0,20 para o etanol. O menor preço encontrado pela reportagem em Limeira para a gasolina foi de R$ 3,499 e o valor mais alto, R$ 4,099.
Na gasolina, aplicando-se um aumento de R$ 0,40 por litro, em comparação com as cidades de Americana, Piracicaba, Rio Claro e Araras, o preço médio do combustível cobrado no munícipio (R$ 3,702) só é mais barato que o valor médio do litro em Rio Claro (R$ 3,872). Em Americana, cidade com o menor preço das pesquisadas, o preço médio do litro é de 3,468; em Araras, R$ 3,613; e em Piracicaba, R$ 3,685.

ETANOL
Já com o etanol, com reajuste de R$ 0,20, Limeira tem o preço médio do litro mais alto (R$ 2,457). O menor valor encontrado pela Tribuna na cidade foi de R$ 2,099 e o maior de R$ 2,799.
O município, dos consultados pela reportagem, com menor valor foi Araras, com preço médio de R$ 2,192; seguido por Americana, R$ 2,195; e Piracicaba, R$ 2,343.
O reajuste foi anunciado na noite de quinta-feira, 20, e a 0h de sexta-feira, 21, já tinha sido repassado pelas distribuidoras e, consequentemente, pelos postos. Com ele, a alíquota passou de R$ 0,3816 para R$ 0,7925 para o litro da gasolina e de R$ 0,2480 para R$ 0,4615 para o diesel nas refinarias. Para o litro do etanol, a alíquota passou de R$ 0,12 para R$ 0,1309 para o produtor. Para o distribuidor, a alíquota, atualmente zerada, aumentará para R$ 0,1964.

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