Antonio Claudio Bontorim
Danilo Janine
LIMEIRA
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Comissão eclética
A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) saiu do papel. Já tem os membros indicados pelos blocos partidários. Dr. Marcelo Rossi – o proponente – e Anderson Pereira (bloco PSD, PSDB, PPS e PEN), Erica Tank (PR), Lemão da Jeová Rafa (bloco PSC e PMDB) e Marco Xavier (bloco PRB, PSB e PDT).

Tempo de decisão
Tudo decidido na sessão da última terça-feira, 2. O Jurídico da Casa ainda analisa pedido de Rossi, sobre o impedimento de Marco Xavier (PSB), que trabalhou na Secretaria da Saúde, o objeto da investigação.

Atenção dobrada
Muitos defendem que há necessidade de uma atenção redobrada com o posicionamento de dois vereadores: Lemão da Jeová Rafá (PSC) e do próprio Xavier, se seu nome for mantido. Nos bastidores, Lemão, que não assinou a CPI, é um dos que estaria disposto a por panos quentes nas investigações. Xavier, evidentemente, por interesses corporativos.

É área sensível
Para muita gente, a saúde é uma área sensível e movimenta muitos interesses. Inclusive de fora do setor público, o que estaria gerando ameaças a Marcelo Rossi. Tem, segundo entendidos no assunto, gente graúda no pedaço. A conferir as primeiras reuniões.

Vem que tem?
O próprio Poder Executivo, embora tenha negado veementemente interesse numa CPI branda, está preocupado com as investigações. A saída do primeiro secretário, o médico Luiz Ricardo Menezes Bastos, poderia estar escondendo algo de grave encontrado na pasta.

Não chegou lá
Isso fica com a comissão de investigação, mesmo porque ainda é a gestão passada que está sendo investigada. Mas ninguém está seguro de que possa respingar na atual. Por isso, a importância de um guarda-chuva para proteção.

Calmaria na área
Na questão do transporte coletivo, o momento é de reflexão. Há um silêncio muito barulhento no setor, mas essa tranquilidade tem tempo determinado. Tem prazo de validade. A conferir.

Ligações perigosas
O prefeito Mário Botion (PSD) está se arriscando em um terreno perigoso da administração pública. O dos acordos políticos. O recente foi feito com o vereador Pastor Nilton (PRB). Prova disso foi a nomeação de um dos braços direitos do pastor – Ednei Pereira – na Secretaria de Negócios Jurídicos da prefeitura. O salário é de R$ 4.108,82.

Nome forte
Para quem não lembra, Barão Comendador Ednei Pereira (como gosta de ser chamado) foi aquele que contratou os serviços de uma massagista para serem realizados em sua sala na Câmara de Limeira, quando ele ocupava cargo comissionado com vencimentos de R$ 9.618,96, conforme mostrou o Jornal Oficial do Município na época de sua exoneração, em dezembro do ano passado.

Promessas…
Parece que Botion se esqueceu de uma promessa de campanha de que os nomes escolhidos para sua administração seriam “técnicos” e não “haveria acordos políticos”.

Reconhecimento
Aos poucos o ex-prefeito Paulo Hadich (PSB) vai dando um jeito de recolocar alguns de seus fieis escudeiros em prefeituras da região. Pelo menos dois nomes que atuaram em sua administração já estariam trabalhando no governo de Adinan Ortolan (PMDB), em Cordeirópolis.

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