O momento é de total apoio à Internacional, que está muito próxima de conseguir uma das vagas para a Série A2 de 2018. Seria a premiação por toda a luta da diretoria, que fez de tudo para que o Departamento Profissional tivesse toda a retaguarda possível para uma boa campanha.

Agora, diante do Monte Azul, haverá também muita cautela, como ocorreu contra o Desportivo Brasil. O primeiro jogo, fora de casa, tem que ser cauteloso, para depois decidir no Limeirão.

E o apoio do torcedor será fundamental. Na primeira decisão, quase cinco mil pessoas no estádio. Na sequência é preciso pelo menos o dobro de torcedores.

Terça-feira, 9, importante reunião do Conselho Deliberativo do Independente. O ambiente está fervendo e não será novidade se a Arte da Bola sair. A multa pode ser esquecida.

Em outubro, eleições para os cargos de presidentes da Diretoria e do Conselho Deliberativo. Nomes ainda não apareceram, mas o de Luis Paulo é o favorito para assumir o Conselho.

Diretoria do Galo também apura uma avaliação para sub-11 e sub-13, que estaria agendada para o dia 16, sem autorização do clube. Pelo informe, será em um campo do bairro Butantã, em São Paulo. E com cobrança de taxa, o que não foi autorizado pela presidente Fátima.

Pelo andar da carruagem, muitos esportes amadores de Limeira serão relegados. O tal de Marco Regulatório, uma imposição do governo federal, vai devastar muitas categorias. É uma espécie de “Lei Pelé”, que estraçalhou com os clubes profissionais. Agora, como o amador já não tem nada, ficará pior.

E, o que se vê, ou que se escuta, é que os responsáveis pelo nosso esporte querem jogar tudo em cima dos dirigentes. Não movem uma palha para ajudar.

Deveriam, pelo menos, ajeitar os centros comunitários, caindo aos pedaços há muitos anos.

Ruas sujas, sem varredores, bueiros entupidos, a cidade desmoronando com tantos buracos no asfalto. E os responsáveis, dormindo.

Um dia vamos saber escolher melhor.

Saída de Eduardo Baptista foi comemorada pelos palmeirenses. Alguns treinadores, casos de Abel Braga e Rogério Ceni criticaram. Cada clube sabe onde dói o seu calo e estava mais na cara do que barba, que Eduardo seria demitido.

A morte de Dalvo José Vinco deixou uma lacuna que jamais será preenchida. Todas as tardes, por volta das 17h, 17h30, nos encontrávamos e colocávamos a conversa em dia. Sempre um papo muito gostoso, Dalvo irradiava otimismo, sempre de bom astral. Ele esteve presente em minhas principais comemorações, quando fazíamos aniversário. Tinha sempre um elogio ao meu filho Domingos, também músico. E a todos os seus amigos, pois para ele, aqueles que estavam ao seu redor, eram a sua segunda família. Da descoberta da doença ao desenlace, passaram-se somente dois meses. Milhares foram ao seu velório, numa prova incontestável de admiração pelo homem e pelo músico. Que pena Dalvo, vai fazer muita falta. Principalmente, no cair das tardes, quando dávamos muitas risadas no Paulo’s Bar.

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