Mesmo sem dar detalhes na coletiva da última segunda-feira, 17, após a intervenção na Viação Limeirense, o prefeito Mario Botion (PSD) deixou transparecer que está preocupado com sua segurança pessoal e de seu secretário da Mobilidade Urbana, Rodrigo Oliveira, com possíveis ameaças, conforme mostrou a Tribuna de Limeira em seu site. O próprio nervosismo de Oliveira, relatado por pessoas que estiveram na coletiva, é um indício de que há um conflito iminente e que não pode ser ignorado por ninguém. Nem mesmo pelos órgãos de segurança pública e da própria segurança interna da prefeitura. A presença do secretário de Segurança Pública, Francisco Alves à coletiva, foi mais um indício de que possíveis ameaças, por enquanto sem suspeitos, é real. Nada pode ser descartado e nem tudo, também, deve ser admitido.
Basta lembrar casos recentes, ocorridos durante o governo do Antônio da Costa Santos, o Toninho do PT, em Campinas, e de outro petista, Celso Daniel, em Santo André, após incursões por segmentos sensíveis ao dinheiro, que acabou desagradando muita gente. Até hoje, ambos os casos são nebulosos e suas conclusões pouco convincentes. Se o clima político é outro, os exemplos são bastante pertinentes. Os casos são diferentes, a situação também, mas nada pode ser descartado, mesmo ao avançarmos pelo Século 21 e Terceiro Milênio da Era Cristã, pois o comportamento humano é imprevisível. Por isso, é importante que, antes de qualquer ação, o próprio prefeito venha a público e confirme o que deixou transparecer na última segunda-feira, 17, se está ou não, bem como seu secretário, sendo ameaçado. O resto é justamente com as autoridades de segurança. Os interesses públicos ainda têm supremacia sobre quaisquer outros interesses.

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