Conscientização

Conscientização

A falta de informação e o preconceito ainda são os grandes entraves para que a fila do transplante de órgãos diminua no Brasil. Matéria da Tribuna de Limeira da semana passada mostrou que na cidade são 64 pessoas esperando por um órgão. Número baixo, se analisarmos o total de habitantes de Limeira, mas que esconde o grande drama de quem aguarda por um doador. Fato é que, infelizmente, parte destas pessoas não receberá o órgão tão esperado em tempo de evitar o pior.
Por isso, surge a pergunta: o que falta para que mais famílias autorizem a doação dos órgãos de um parente falecido? Resposta: falta informação. O procedimento é simples e não afetará em nada o corpo do doador, que poderá ter todas as homenagens póstumas possíveis.
Independentemente da religião ou crença da família de um potencial doador, o ato em si já mostra uma grande presença de espírito e de fé.
A religião – do Cristianismo, passando pelo Judaísmo, Islamismo, Hinduísmo ou Budismo, enfim, todas elas, sem exceção – prega o amor ao próximo. Ou seja, quer prova maior de amor ao próximo do que doar um órgão? Qualquer outro tipo de interpretação de antigas escrituras em qualquer que seja a religião é criação do homem.
Projetos de conscientização do Poder Público, para que a população perceba a importância de se autorizar a doação, aliados ao trabalho de ONGs como a Ipes (Instituto Paulista de Educação e Saúde) – que presta auxílio às pessoas que estão na fila de espera – também são importantes.
Quer provar seu amor ao ente querido que se foi, autorize a doação dos órgãos. Além de ajudar alguém que precisa, amanhã pode ser você ou alguém que ama quem precise de um doador.

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