Passados quatro meses do início do governo Mário Botion (PSD), o prefeito escolhido para a administrar e tentar resolver os problemas de Limeira nos próximos quatro anos tem, muito provavelmente, seu primeiro grande desafio com o impasse no transporte coletivo.
Se a “bucha” foi deixada ou não pela administração Paulo Hadich (PSB), isso pouco importa para os usuários dos circulares. O que eles querem saber é como o prefeito irá resolver este caso.
Todos sabem que uma licitação de transporte urbano em uma cidade como Limeira (que movimenta alguns milhões de reais mensais com este tipo de serviço) leva tempo. Uns dizem seis meses, outros um pouco mais, outros um pouco menos. Isso, se tudo correr bem e nenhum dos derrotados entrar na Justiça com algum tipo de contestação…
Independentemente disso, Botion, como prefeito, tem a obrigação de por fim ao problema. E de uma maneira diferente das adotadas por governos passados: com transparência.
É preciso, de uma vez por todas, colocar na licitação pontos importantes como questões de gratuidade, de pontos de ônibus com abrigo e até a manutenção do TCU (Terminal Central Urbano).
Trabalhadores, sindicato e Poder Público devem, neste momento, se unir na busca pela solução deste impasse, já que pouco se deve esperar de uma empresa de ônibus…
O governo Hadich – do subsídio dos milhões de reais – errou, sim, em permitir que a situação chegasse a esse ponto. Mesmo assim, isso não isenta em nada a responsabilidade do governo Botion em resolver o problema e oferecer à população um serviço de transporte coletivo, no mínimo, digno. Afinal, ao entrar na disputa eleitoral, Botion já imaginava o que encontraria no Edifício Prada em caso de vitória.

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