O amadorismo do Independente foi completo nos últimos 15 dias. Começou com a situação da majoração do preço dos ingressos para a torcida da Internacional e culminou, no meio de semana, com a não presença do médico do clube no início da partida contra o Atibaia, em Indaiatuba.

Sem ninguém a avisá-lo, o médico se dirigiu à cidade da equipe adversária, Atibaia. Quando chegou, a confusão já estava armada em Indaiatuba. Até o deslocamento, o Independente precisou contratar, às pressas, um profissional da Santa Casa de Indaiatuba.

Quem seria o encarregado de avisar o médico que o jogo seria em outra cidade? Fica evidente, que não se está falando a mesma língua pelos lados do Pradão.

Para culminar, há outro assunto sério que é investigado e que ainda se mantém em sigilo. Fica evidente, que os homens já não se entendem por aquelas bandas.

Todo dirigente, atento às campanhas de suas equipes, sabe o quanto é importante ter um elenco coeso com a comissão técnica. E, claro, isso inexiste pelos lados do Galo de Vila Esteves, pois, não é possível que providências não tenham sido tomadas após oito derrotas em nove jogos.

Enquanto as vexatórias derrotas ocorrem, as preocupações ficam de lado e pelo andar da carruagem, parece que o time está na ponta dos cascos e brigando por uma classificação. Torcedor reclama, esperneia, mas nenhuma providência é tomada. Uma pena.

Aquela lua de mel de 2014, está prestes a virar um divórcio litigioso. Há divergências entre diretoria e Conselho Deliberativo e os ânimos estão acirrados.

Se ocorrer o rebaixamento, vai haver um desgaste muito grande da empresa que administra o futebol profissional do Independente, com os torcedores e outros dirigentes que se afastaram do clube.

Já na Inter, a derrota do meio de semana, contra o Flamengo, é um sinal de alerta de que é preciso retomar o caminho que levou o time à liderança. Restam muitas rodadas e pela proximidade dos times, não há, ainda, nenhuma garantia de uma classificação antecipada. É preciso reagir e ter mais gordura para a reta final.

Mas, João Vallim conhece os caminhos tortuosos que o futebol, às vezes, nos apresenta e, por isso, tem conversado muito com o elenco. É preciso esquecer a derrota e já pensar, rápido, na reabilitação nesse final de semana.

Domingo, 5, estivemos na abertura do campeonato do Sinecol, que homenageia a figura de Antonio Álvaro Zenebon, simplesmente, um homem mais do que digno que temos em Limeira. O seu discurso, na abertura da competição, foi algo emocionante e que serve de lição a muitos que se acham os tais.

Clubes brasileiros vivem a maratona dos campeonatos estaduais, Copa do Brasil e para alguns, também a Libertadores. Fora as copas Verde e do Nordeste. CBF bagunça tudo, pois o calendário precisa ser melhor planejado. De que adianta 80 jogos no ano, se os cofres continuam vazios?

Todo segundo domingo de cada mês é celebrada a missa carmelita, na Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte e Assumpção. A partir das 9h, o ato religioso será celebrado pelo padre Olívio Reato, e após, a benção do escapulário.