Sem perder tempo

Sem perder tempo

Dezembro está chegando. E é sempre um mês emblemático. O último do ano, o que concentra a festa religiosa – hoje puramente comercial – mais tradicional do cristianismo e dá alento ao comércio, que aproveita o período para melhorar as vendas e até mesmo recuperar o ano, especialmente este, considerado perdido para esse segmento empresarial. Traz consigo toda uma mística de renovação de esperanças, que terão seu auge no primeiro dia do novo ano. É, também, o mês que encaminha todas as mudanças programadas para uma provável realização. É, também, o mês das previsões. Das tentativas de adivinhação, que astrólogos, tarólogos, numerólogos, pais e mães de santo, e tantos outros videntes tentam emplacar, como forma de ganhar seus 15 minutos de fama e espaço na mídia. O que sempre acontece.
De tudo isso, entretanto, é a realidade que deve prevalecer para quem quiser, de fato, começar o ano novo com a consciência e a vida em dia. Fora todas essas místicas, que são parte desse roteiro, é preciso planejar com muito cuidado e esmero o que vem pela frente. Nesse caso, 2017. Para ser um verdadeiro ano de mudanças, é preciso que dezembro seja o alicerce desse projeto, para que ela aconteça de fato. Nesse caso, vale lembrar que para Limeira será, de fato, um ano de mudanças. Principalmente na política, com a nova estrutura administrativa que vem pela frente, mas que não dá para antecipar previsões. Mesmo porque foi a população que decidiu por essa mudança e, quem deve se programar e planejar para que ela aconteça, é justamente aquele que se tornou o protagonista desse enredo.
É preciso que o limeirense entenda as dimensões dessa troca de poder. Mas, antes de tudo, se programe também para cobrar a quem pode e deve ser cobrado. Por isso, dezembro é importante. Pois não basta apenas cantar “adeus ano velho, feliz ano novo” no último dia do ano, sem que todo esse período tenha sido proveitoso. É preciso pensar nisso, para que não tenhamos que esperar dezembro de 2017. Não há mais tempo para se perder, novamente, um ano inteiro.

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