REINAUGURADO EM MAIO: Após dois meses, museu segue sem acessibilidade

REINAUGURADO EM MAIO: Após dois meses, museu segue sem acessibilidade

Mais de dois meses após ser reinaugurado, o Museu Histórico e Pedagógico Major José Levy Sobrinho, na Praça Coronel Flamínio Ferreira, no Centro, segue sem acessibilidade. O elevador, que seria usado para levar deficientes físicos e pessoas com dificuldade de locomoção para o segundo piso do prédio, onde estão expostas as peças do museu, segue sem funcionar. A reportagem da Tribuna de Limeira esteve no museu na tarde de sexta-feira, 5, e confirmou que o elevador seguia sem operar.
Questionada, a Secretaria de Cultura informou, através de nota enviada pela Secretaria de Comunicação Social, que mantém contrato com uma empresa especializada para realizar a manutenção periódica do elevador e que os serviços são acompanhados pelo Poder Público.
A nota citou ainda que a “acessibilidade do museu é uma preocupação constante” da pasta e que ela está apresentando junto ao Proac (Programa de Ação Cultural) – ligado ao governo do Estado – um projeto de exposição itinerante, que seja acessível a todos os públicos e que nos próximos dias, o Centro Cultural Coronel Flamínio abrirá uma temporada de exposições.
A secretaria não deu prazos sobre quando o elevador voltaria a funcionar.
Conforme mostrou a Tribuna, o museu foi reinaugurado com grande festa pelo prefeito Paulo Hadich (PSB) no dia 27 de maio sem acessibilidade e somente com uma pequena parte de seu acervo exposto. Com três salas usadas no segundo andar do prédio, que ficou fechado por 7 anos para reforma, o museu só estaria com cerca de 300 (ou 4,47%) das 6,8 mil peças que fazem parte do acervo.

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