Fora de Expediente

Fora de Expediente

Antonio Claudio Bontorim
Danilo Janine
LIMEIRA
redação@tribunadelimeira.com.br

Esgotando
O prazo para quem quiser mudar de partido e ser candidato nas eleições de outubro está chegando ao fim. O calendário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) aponta como data final o dia 2 de abril. Ou conforme estabelecer o estatuto do partido.

Ruim, hein?
A partir do dia 5 de abril, servidores públicos não poderão, também, receber aumento salarial. Apenas a recomposição com as perdas da inflação no período.

Eta Muro…
Em Limeira, o silêncio é assustador. Nenhum candidato assume nada e nem chama a responsabilidade do “eu estou na área” para si. Parece que um está esperando o outro e o outro esperando um.

Mais uma perda
O prefeito Paulo Hadich (PSB) teve uma grande perda. A esperada saída do PMDB da base do governo foi oficializada na quarta-feira, 16, em coletiva com a presença do novo presidente do partido, o médico Rafael Camargo, e do ex-presidente do IPL (Instituto de Previdência de Limeira), Milton Caram.

Sem críticas
Caram, que ficou no governo Hadich durante um ano e três meses, segundo ele próprio, evitou fazer críticas a atual administração e limitou-se a dizer “que o atual governo passa por um momento difícil.”

Faltou eles
A coletiva contou também com a participação do vereador Tigrão. Por outro lado, o também vereador Dr. Raul Nilsen, e o atual presidente do IPL Bruno Bortolan não deram as caras.

Vai ou fica
O discurso dentro do partido é de que ninguém recebeu pedido de desfiliação e até o prazo final (para mudanças partidárias) todos ainda estão filiados. O caso do Dr. Raul é mais emblemático e ainda paira no ar se ele fica ou sai do PMDB. Já Bortolan não deve abandonar Hadich e logo deve se filiar a algum partido que disputará as eleições de outubro ao lado do atual governo.

O pesadelo se torna realidade
Com Mario Botion no PSD, não é que o pior pesadelo de Hadich pode se tornar realidade com uma “superchapa” com DEM, PSD, PMDB, além PEN e de outros partidos menores, pode se formar para as eleições de outubro.

Também foi
Ainda sobre as manifestações do último dia 13, foi notada até a presença de mulher de secretário municipal do governo Hadich, que é coligado com o PT. É um direito, mas que é estranho, é.

E agora?
Aliás, como fica o discurso de alguns comissionados do governo Hadich, que são filiados ao PSB, após o anúncio do partido de que migrou definitivamente para a oposição ao governo Dilma Rousseff (PT)? Pelo menos na redes sociais, o discurso é totalmente pró-Dilma e PT. O que será que o alto escalão do PSB acha disso?

De que lado eu fico
Outra dúvida é de que lado o prefeito ficará. Do PT, de seu vice Antônio Carlos Lima, ou de seu PSB, na oposição e que vale lembrar tem o vice-governador de São Paulo, Márcio França, ao lado do tucano Geraldo Alckmin.

Sim, senhor!
Felizmente, e este foi um ponto positivo das manifestações, não se viu apologia pela volta dos militares ao poder. Parece que os adeptos perceberam a gafe e também se recolheram à caserna.

Nenhum pio
Os políticos candidatáveis, que participaram dos protestos em Limeira, estão no mais puro silêncio. Seria o efeito Alckmin e Aécio, que foram hostilizados em São Paulo?

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